Frivatti acelera construção de mega frigorífico em Santa Helena
- 26 de maio de 2026
A Polícia Civil do Paraná deflagrou, nas primeiras horas desta terça-feira (26), uma megaoperação para desarticular uma organização criminosa de alcance nacional que tentava se instalar no estado. Ao todo, 74 mandados judiciais estão sendo cumpridos em 15 cidades de quatro estados: Paraná, Santa Catarina, Rio de Janeiro e Espírito Santo.
Complexo industrial muda realidade do município com o fomento à produção de proteína a partir da carne suína, geração de emprego e renda.
O complexo industrial, projetado sob os mais rígidos padrões internacionais de segurança e automação, prevê a geração de cerca de mil empregos diretos, consolidando-se como um novo motor de desenvolvimento econômico local e regional.
É a nova planta da Frivatti em Santa Helena, PR, uma empresa do oeste paranaense, referência no setor agroindustrial da suinocultura. A marca é composta por três unidades especializadas: Frivatti Industrial, dedicada ao processamento e abate; Frivatti Genetic, que se ocupa da disseminação de genética avançada e inseminação de suínos para garantir o abastecimento da cadeia; e Frivatti Agro, responsável pela produção de ração de alta qualidade e pelo suporte aos produtores parceiros, com assistência técnica e orientação contínuas.
Com excelência produtiva e compromisso com padrões internacionais de qualidade, a Frivatti, sob o comando do empresário Egidio Valiatti, atende mercados exigentes na África, Europa e Ásia. Com modelo de produção verticalizada e rastreável, permite aumentar o Market Share oferecendo cortes suínos de alto padrão, consolidando a marca como sinônimo de confiança e segurança alimentar em diversos continentes.
Com investimentos que saltaram do planejamento inicial de R$ 300 milhões para os atuais R$ 400 milhões, a estrutura se destaca pela substituição de processos manuais por tecnologia de ponta. O redesenho da operação foi feito priorizando a segurança do trabalhador nas funções de maior risco e esforço físico.
A planta industrial foi dividida de maneira estratégica entre as zonas “suja” e “limpa”, garantindo o controle sanitário exigido para o mercado externo. A área de desossa, por exemplo, contará com um sistema dinâmico de esteiras integradas, no qual os operadores realizarão intervenções rápidas e sequenciais. “O modelo de desossa dinâmica diminui o desgaste e a repetição, aumentando significativamente a produtividade e a segurança em relação ao método convencional”, detalha Egidio Valiati.
Outro diferencial tecnológico é o inédito sistema de escaldagem e depilação por pressão de vapor, importado da Espanha, no qual apenas a cabeça do animal entra em contato com a água. O complexo também abrigará uma câmara de estocagem automatizada e robotizada, operada por transelevadores, com capacidade para 10 mil posições ou 10 milhões de quilos de produto acabado.
Segundo o empresário, a meta é iniciar as operações com o primeiro turno de trabalho até 2028, processando 4.800 animais, e atingir a capacidade máxima com o segundo turno até 2030, totalizando 9.600 animais por dia.

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